Workshop Online – Prospecção para Atendimento

A prospecção é a engrenagem que faz o motor da agência continuar sempre em operação. É saudável que o ciclo de clientes sempre se renove. Alguns entram e outros saem. Mas, principalmente em casos de agência de pequeno e médio porte, uma perda não esperada pode desestabilizar toda uma equipe. E por não terem um fluxo frequente das chamadas vendas receptivas, aquelas que os clientes entram em contato, precisam investir em atendimento focado em prospecção. Mas está aí o grande problema, cadê os atendimentos especializados em prospecção de clientes e conversão de negócios?

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Relatório de Visitas – você precisa fazer

Um problema frequente nas agências é a falta ou superficialidade de informações. O caos ao finalizar uma ação e o cliente falar que na última visita havia deixado claro todos os pontos que não queria. A reclamação de um material que foi devolvido há meses e ele insiste em dizer que ficou com a agência. Ou a insatisfação com determinados serviços.

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Planejar para viver

Sabia que incluir o planejamento em todos os segmentos da sua vida, pode te trazer uma serie de mudanças positivas?

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Ansiedade – o mal do século

Em tempos de absoluta correria, me pergunto se ainda existe algum ser humano na face da Terra que não sofra com a tal da ansiedade.

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Tenha seu Plano (de Negócios)!

Uma coisa todos – clientes, prestadores de serviços, estudantes de Comunicação e Marketing, pós-graduandos em Mídias Sociais, eu e você – temos que ter em mente: o planejamento da sua Mídia Social começa no seu Plano de Negócio.

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Curso: Apresentações Influentes – trampos ACADEMY

Trabalhar com atendimento é: fazer apresentações diariamente. E conquistar ou não um cliente, ou a aprovação de uma campanha, além de um estudo bem aprofundado, depende muito do poder da oratória.

Por isso a trampos ACADEMY junto com a Ampfy lançaram o curso sobre apresentações que rolará nos dias 26, 27 e 28 de Setembro, das 19:30h às 22:30h, no escritório da agência. Ali na Rua Delfina, 112 – Vila Madalena.

O curso é voltado para planejamento, criação e ATENDIMENTO.

O foco é aperfeiçoar profissionais que precisam fazer apresentações diariamente, então a Ampfy irá compartilhar suas melhores técnicas e práticas mais eficientes na criação e condução de propostas.

O curso: Apresentações Influentes, é para quem trabalha com qualquer tipo de cliente e precisa elaborar propostas visuais consistentes para convencer sobre determinada campanha ou ação.  A programação do curso inclui: Storytelling, comunicação não verbal, oratório, story flow e recursos gráficos.

Carol Santos, Gerente de Planejamento, e Gabriel Borges Co-Fundador e Head de Estratégia da agência, irão liderar as atividades com conceitos, estudos de caso e práticas. Ah, também irão abordar ferramentas e sites que devem ser utilizados para obter melhores resultados.

Vale a pena? Sim, muito! Para um Atendimento saber se comunicação é primordial para uma boa performance.

Se interessou pelo curso? Então, tenho mais uma novidade, leitores do SA tem direito a 5% de desconto. Para isso é só mandar um e-mail para a Natashe (natashe@trampos.academy), manifestando interesse e falando que é leitor do Somos Atendimento.

Boa especialização! 😉

Entenda: atendimento é um assessor e não um fornecedor

Sempre estou conversando com atendimentos das mais diversas agências e cidades que atendem os mais variados clientes (desde segmento até porte), e a grande maioria me questiona sobre o mesmo problema: não conseguir permanecer com uma conta ou fechar uma nova. É óbvio, mas vale ressaltar sempre que uma agência só consegue se manter ativa com uma cartela de clientes felizes, caso isso não ocorra a crise é inevitável e o famoso corte é uma consequência.

Mas por que o atendimento perde a conta ou a oportunidade de trazer aquela marca? Por colocar os interesses em vender antes de pesar o que vale a pena ou não para o cliente.

Vou dar alguns exemplos para que fique mais claro:

Digamos que um cliente chegou e falou que gostaria de fazer uma campanha em massa de um produto para mais pessoas interagirem. Quer investir em mídia e aproveitando quer uma estratégia para maior divulgação dentro do supermercado com promotoras, panfletos, brindes, dentre outras coisas mais. Olhando pelo lado do negócio é uma ótima oportunidade para a agência inflar a verba. Quanto mais job, melhor. Mas, analisando o desempenho desse mesmo produto, vê que para o cenário e a performance dele, uma estratégia bem estruturada nas redes sociais já resolveria o ‘problema’ da marca. O valor de investimento cairia para 30%. Apresentando essa estratégia e ponto de vista para o cliente, apontando os números e qual objetivo, ele verá que o interesse é muito maior no resultado e bom uso da verba. Checking: confiança e fidelidade vão lá pra cima!

Agora, se tudo que pede é feito, sem questionar e, pelo contrário, embutindo mais e mais serviços que ele percebe que não dão resultado nenhum, pouco a pouco esse cliente vai perdendo a confiança e não tardará em procurar novas possibilidades.

Moral da história: não forneça o que ele pedir e sim assessore-o para que invista no que realmente lhe dará resultado.

 

Ok, vamos para outro exemplo: você foi para uma reunião negociar o fechamento de uma nova conta. A empresa tem uma marca de vinho consumido apenas pela classe A e esse público é o que menos interage nas redes sociais. O diretor de marketing e a equipe dele sabem disso, mas mesmo assim disponibilizam dez minutinhos, sentam e te perguntam o que é que tem a oferecer e qual resultado podem esperar de determinada ação. Sem ter realizado pesquisa nenhuma, sem dominar o segmento, oferece o Facebook para assim aumentar a interação consumidor e marca com base em estratégias, publicações bem segmentadas, etc. Só isso. Está oferecendo um projeto que eles sabem que não dará certo e não tem números ou exemplos que possam ao menos fazê-los olhar com outra perspectiva. Te olhando atentamente pesando se vale ou não dizer que está equivocado, enfim perguntam o valor e todos os números que faltaram para embasar sua proposta estão no preço que terão que pagar. A marca tem que estar na rede social, isso é a única coisa que sabe. Mas não, não irá convencer o fechamento dessa conta por motivos óbvios:

1. não conhece o público deles – ou pelo menos não buscou retrata-los no projeto
2- está oferecendo a performance com usuários que não vão consumir o produto
3- colocou o interesse em aumentar o orçamento da agência antes de realmente analisar o que seria viável ou não para o cliente

Se tivesse destinado um tempo para pesquisa e analisando bem, antes de ir para a reunião, veria que uma estratégia no Instagram, por exemplo, seria bem mais eficiente. Chegaria preparado e munido de números, com uma proposta que mostraria mais do que apenas valor de investimento e sim como a empresa atuaria e no que isso mudaria. Iria demonstrar que houve preocupação em ir além de propor o projeto, mas sim buscar saber se valeria a pena ou não. Ter empatia com o potencial cliente e os consumidores dele. Visar resultados puros, mesmo que para isso a agência deixe de ganhar o dobro. É isso que conquista confiança, e, consequentemente, novas contas.

Sabe aquela lei que uma pessoa satisfeita impacta mais uma, sendo que uma insatisfeita impacta dez? Com as redes sociais elas chegam a muito mais pessoas, centenas ou milhares, e são capazes de desmoronar sua empresa mesmo que tenha sido uma única falha em uma reunião isolada.

Seja para contas novas ou que já fazem parte da sua cartela, busque sempre oferecer apenas aquilo que irá trazer resultado. O dinheiro é consequência. Melhor cair o valor de investimento em uma campanha e aumentar a credibilidade e fidelidade. Se ele está feliz com você, ficará ali e o resultado será constante e duradouro.

Quer mais dicas? Comente abaixo, será um prazer te auxiliar mais nessa caminhada.

Postar ou não? Eis a questão!

Você já se pegou com dúvida se esse post pega bem ou não? Fica receoso ao compartilhar um link, pois não sabe se seu chefe vai achar bacana? Já pensou em postar uma frase de impacto, mas lembrou que seus amigos de trabalho vão achar estranho? Afinal, o que é legal ou não postar em suas redes sociais?

A empresa é como um sobrenome. O comportamento fora do ambiente de trabalho tem impacto direto sobre a companhia.

Pense sempre que as redes sociais seguem a vida real, por isso pense como agir diante de algumas situações na frente de seus pares de trabalhos, mesma coisa deve acontecer em pensar sobre a publicação de algum post.

Ao participar de processos seletivos, os departamentos de recursos humanos ficam de olho em compartilhamentos, marcações e comentários, gestores e profissionais de RH verificam a compatibilidade do perfil do profissional com os valores da empresa para balizar decisões de contratação e até mesmo de demissão.

Todo cuidado é pouco ao escrever em um local onde existem milhões de pessoas vendo. O que postamos pode desagradar. Algumas opiniões precisam ficar somente conosco, o restante do mundo não precisa ficar sabendo. O certo seria não informar nas redes sociais o que não queremos divulgar para todos. Mas na prática, não é isso que acontece.

Elaboramos um guia do que achamos legal ou não e você pode se basear nele cada vez que resolver exercer sua criatividade digitalmente:

  1. Comentários sobre times, religiões e política: se você tem um cargo de nível gerencial para cima e usa blogs e comunidades virtuais, resista à tentação de fazer postagens sobre assuntos que geram polêmica, principalmente esses três.
  2. Escrever com erros de Português: revise seus textos antes de postar. Um erro pode se tornar piada e até mesmo inviabilizar sua aprovação em um processo seletivo.
  3. Inserir informações da empresa em que trabalha: Não é interessante postar comentários sobre a rotina de trabalho dentro de uma empresa.
  4. Fotos Inadequadas: Não dá para ser engraçado o tempo todo e para todo mundo. Colocar aquela foto sua pagando mico com os amigos, bebendo nas festas e usando sua roupa de praia preferida é uma péssima atitude.
  5. Abandonar o perfil: Apenas ter um perfil online é suficiente para fazer contatos. Deixa-lo às moscas, sem atualização de cargo, curso e informações em geral, pode afastar suas conexões.
  6. Falar mal do chefe: Independente de quem seja o chefe, em algum momento todos falam mal dele, mas, se no ambiente de trabalho isso já não é aconselhável, imagine a repercussão desse comentário nas redes sociais e pode ter a certeza que seu comentário irá chegar ao conhecimento da parte ofendida.
  7. Entre os assuntos “mal vistos” nas redes sociais podemos citar: Salário, doenças, problemas sexuais, problemas com a lei, fetiches e nudes.

Claro que você deve estar pensando que esse post trata-se de uma censura, mas na verdade ele é só um alerta para você que quer tornar sua vida profissional mais tranquila e sem problemas futuros.

Tem mais algum item que você também acha desagradável e desnecessário postar? Compartilhe conosco!

 

O que o cliente quer VS O que o cliente precisa

Outro dia voltei a uma das unidades de uma rede de fast-food bem famosa que tem um M amarelo bem atraente e, como se não fosse de se esperar por isso, acabei me decepcionando no instante em que encarei meu sanduíche, e em seguida olhei novamente para o anúncio com aquela famosa inscriçãozinha: Imagem meramente ilustrativa.

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Festival ID: a inovação por meio do design

As tendências não param de surgir. As novidades não param de chegar. A inovação nunca foi tão acelerada, desejada e constante como atualmente. Foi sobre isso que o Festival ID falou.

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