Ansiedade – o mal do século

Em tempos de absoluta correria, me pergunto se ainda existe algum ser humano na face da Terra que não sofra com a tal da ansiedade.

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IBPAD: Big Data, ciência e mercado convergem em livro sobre mídias sociais

Olá, gente. Tudo bem?

Final de ano, recesso chegando e agora é aquela hora em que dividimos as pessoas em dois grupos: aqueles que vão desconectar de tudo e aqueles que vão conciliar para se aperfeiçoar mais e começar 2017 com tudo, eu faço parte do último grupo, mas e vocês?

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Tenha seu Plano (de Negócios)!

Uma coisa todos – clientes, prestadores de serviços, estudantes de Comunicação e Marketing, pós-graduandos em Mídias Sociais, eu e você – temos que ter em mente: o planejamento da sua Mídia Social começa no seu Plano de Negócio.

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Mulheres Digitais propõe reflexões sobre RESPEITO

 

Nos últimos meses passamos por inúmeras manifestações sociais importantes para o feminismo. Temas como o impeachment da primeira presidente mulher, a legalização do aborto, homens falando sobre estupro, políticas LGBT e muitos outros assuntos geraram reflexões e ao mesmo tempo uma enxurrada opiniões divergentes.

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Atendimento Consciente: seja diferente

Muito se fala em fazer a diferença. Nunca se falou tanto em temas como mobilidade, reciclagem, reaproveitamento, economia consciente, saúde, bem-estar e sustentabilidade. Você já deve até ter sugerido para seu cliente colocá-los em pauta, certo? Caso não tenha, deveria!

Mas, o que você faz para ativar esses temas no seu ambiente de trabalho? Quais ações pratica diariamente na sua agência (e espero que na sua casa também) para colaborar com o planeta?

Gestos simples, como apagar a luz e desligar o ar ao ser o último a sair da sala; economizar água; pensar se realmente é necessário imprimir algo; evitar desperdícios de qualquer espécie com os materiais de escritório; dentre muitas outras coisas, já colaboram para um mundo melhor. Mas quero ir além desses atos que considero “obrigatórios” em qualquer ser humano sensato.

Questiono aqui se você já sugeriu ações que envolvam toda a agência. Algo que tenha impacto na vida dos colegas de trabalho. Algo que mobilize a coletividade dentro da agência. Já?

Ações que continuam simples, fáceis de serem executadas, e que podem parecer ainda pequenas para mudar o mundo, mas que fazem sim a diferença.

Nós passamos tanto tempo pensando em ações para nossos clientes, porque não sugerir também dentro da agência?

Você deve estar se perguntando: “mas o que é que eu tenho a ver com isso??!?” Primeiro, nada se você for alguém que vive em outro planeta que não esse chamado Terra. Se quer qualidade de vida no futuro, é melhor começar agora.

Segundo, atitudes como essa unem as pessoas. Tenha certeza de que os colegas que simpatizarem com a causa se aproximarão mais. Consequentemente o clima da agência muda. Os colegas se animam, se engajam, tudo fica mais descontraído. E tem muitos outros benefícios além desses.

Mas atenção, não dá para sair sugerindo milhões de coisas. É preciso pensar em temas que realmente sejam pertinentes à realidade da sua agência. Temas que se mostrem ser um desafio de verdade. Algo que é visto diariamente, e que poderia ser superado. Afinal, não faria sentido promover uma “carona solidária” numa agência do interior onde 90% dos funcionários vão a pé. Sacou??

Eu espero que levar esses temas para a agência já tenha passado pela sua cabeça. Espero mais ainda que já tenha sugerido alguma campanha de conscientização no seu local de trabalho. Precisamos nos sensibilizar!

E então, prontos para fazer diferente hoje?

OM SHANTI!

Curso: Apresentações Influentes – trampos ACADEMY

Trabalhar com atendimento é: fazer apresentações diariamente. E conquistar ou não um cliente, ou a aprovação de uma campanha, além de um estudo bem aprofundado, depende muito do poder da oratória.

Por isso a trampos ACADEMY junto com a Ampfy lançaram o curso sobre apresentações que rolará nos dias 26, 27 e 28 de Setembro, das 19:30h às 22:30h, no escritório da agência. Ali na Rua Delfina, 112 – Vila Madalena.

O curso é voltado para planejamento, criação e ATENDIMENTO.

O foco é aperfeiçoar profissionais que precisam fazer apresentações diariamente, então a Ampfy irá compartilhar suas melhores técnicas e práticas mais eficientes na criação e condução de propostas.

O curso: Apresentações Influentes, é para quem trabalha com qualquer tipo de cliente e precisa elaborar propostas visuais consistentes para convencer sobre determinada campanha ou ação.  A programação do curso inclui: Storytelling, comunicação não verbal, oratório, story flow e recursos gráficos.

Carol Santos, Gerente de Planejamento, e Gabriel Borges Co-Fundador e Head de Estratégia da agência, irão liderar as atividades com conceitos, estudos de caso e práticas. Ah, também irão abordar ferramentas e sites que devem ser utilizados para obter melhores resultados.

Vale a pena? Sim, muito! Para um Atendimento saber se comunicação é primordial para uma boa performance.

Se interessou pelo curso? Então, tenho mais uma novidade, leitores do SA tem direito a 5% de desconto. Para isso é só mandar um e-mail para a Natashe (natashe@trampos.academy), manifestando interesse e falando que é leitor do Somos Atendimento.

Boa especialização! 😉

#SessãoEntrevista: Vicente Carvalho – Razões Para Acreditar

Recentemente demos início a uma nova categoria, a #SessãoEntrevistaSA. No primeiro, nós contamos com várias dicas valiosíssimas do queridíssimo Fillipe Luís, idealizador do Publicitários Criativos, que tem uma história e tanto (você pode ler a entrevista clicando aqui), e foi um verdadeiro sucesso.

E para nossa segunda entrevista resolvi falar com uma pessoa incrível, um profissional inspirador e que diariamente leva histórias para as pessoas terem razões para acreditar. Sim, nossa estrela é o Vicente Carvalho, idealizador do Razões Para Acreditar. Tenho que contar que fiquei tão feliz quando ele respondeu minha mensagem topando participar que fiquei muito ansiosa para encaminhar as perguntas e publicar logo. Ah, gente, sou muito fã do portal e, consequentemente, muito fã desse trabalho tão lindo e positivo desse cara fenomenal.

Para quem ainda não sabe, o Vicente é formado em Design pelo IED, teve sua própria agência, a Carvalho Design e Comunicação, por isso, para começar, pedi para ele me contar um pouquinho mais de como foi essa transição para o RPA:

‘Foi de forma bastante natural, eu não odiava o meu trabalho em agência e sempre fiz trabalhos e projetos pela minha própria empresa, o que ocorreu foi que em 2012 tive a ideia de criar o, até então, blog Razões para Acreditar, sem ter muita ideia do que poderia acontecer e aonde poderia chegar. O interesse surgiu de querer contar histórias bacanas e mostrar que tem muita coisa boa acontecendo, e que na verdade é nós que não ficamos sabendo. O percurso do Razões foi acontecendo devagar, ele durante muito tempo não se pagava e não poderia me bancar, por isso mantive o trabalho em agência durante um tempo, daí depois eu comecei a escrever para o Hypeness, e ganhando muito parecido do que ganhava na agência, por isso saí e fiquei dedicado ao Razões e Hypeness. Dos 4 anos que o Razões existe, ele está começando a ter uma base financeira este ano.’

Curiosíssima sempre que alguém fala sobre agência, precisava saber da vivência dele, serviços prestados, quais dificuldades, cases e relacionamento com o atendimento (ai esses atendimentos, rs):

‘Os serviços eram na área de consultoria em Design (embalagem, gráfico e branding), também dei aula durante muito tempo no IED e em alguns outros locais. A dificuldade maior era basicamente a questão de preço do serviço, que sempre é muito questionado, e pessoas comprometidas a entregarem no prazo.

Participei de um projeto em Belém – PA, onde fomos até a cidade entender a realidade das empresas e desenvolver um novo projeto gráfico e estratégico para elas. Desenvolvi também, para o Sebrae Rondônia, um evento, com palestras de designer conhecidos nacionalmente, que teve bastante repercussão. Além de projetos de catálogos e editoriais.

Sobre os atendimentos, eles são essenciais para o processo fluir de forma harmônica, mas acredito que eles têm que estar mais inseridos no processo, principalmente do lado do designer, pois as vezes me parece que o atendimento é basicamente uma “pessoa de recados” entre agência e cliente, e sei que o papel dele é muito maior que esse. Primeiro de tudo ele tem que acreditar no que está fazendo, e entender o ponto de vista do cliente também, mas de forma estratégica, de negócio mesmo. Sem isso, é difícil defender as ideias. Para ser mais produtivo, tem diversas ferramentas que nos ajudam a potencializar isso, as que funcionam para mim é estabelecer prioridades e saber que, independente do que tem que ser feito, tem que focar e fazer, pois procrastinar só vai dificultar finalizar o trabalho.’

Quem acompanha o RPA é impossível não se encantar com cada história, mas a curiosidade para saber como foi e se em algum momento houve vontade de desistir é maior que tudo:

‘O RPA surgiu de uma inquietação minha em relação às notícias que são propagadas, tanto na mídia de massa quanto nas redes sociais. Me dava muita aflição em ver tanta coisa ruim sendo compartilhada, comentada e difundida. Então fiz o site, de forma despretensiosa, e em pouco tempo ele começou a ganhar audiência e visibilidade. Mas demorou para ter algum retorno, pois eu não tinha experiência na área de negócios, por isso chamei uma pessoa da área comercial e marketing para me ajudar nessa parte, ele acabou se tornando meu sócio, o Marcelo. Mas pensei em desistir várias vezes, e acho normal, tem momentos em que a gente acha que não vai dar certo, que é um sonho distante, mas logo depois já retomamos a rédea, e tocamos tudo da melhor forma possível.’

Vale lembrar que o RPA também é uma espécie de agência, por isso pedi para ele contar um pouco mais sobre isso e sobre o atendimento:

‘Percebemos que alguns projetos que queríamos fazer saiam da esfera do site, e necessitavam de uma estrutura mais complexa. Por isso, resolvemos também ter esse “braço” da agência, para que pudéssemos atender outros projetos, como foi o caso do curso de penteados para os pais aprenderem a mexer no cabelo das filhas. E assim a agência foi se formando. Mas ela é híbrida, não temos um quadro de funcionários, ele se configura de acordo com o projeto que fechamos. Não temos uma pessoa específica para o atendimento, somos pequenos (e preferimos nos manter assim), então o atendimento depende do projeto que fazemos, ou sou eu ou o Marcelo, mas é fundamental para um bom andamento dos projetos.’

Sim, eu pedi para ele deixar umas dicas para quem quer começar seu próprio projeto:

‘Eu curto muito fazer o que faço, levar boas notícias para as pessoas é algo que considero um privilégio, e ainda ganhar dinheiro com isso, olha que beleza!

Primeiro de tudo, não larguem de uma hora para outra o que fazem, se você tem um sonho, comece ele de forma paralela, pois pode ser que ele não dê certo logo de cara. E pode ser, inclusive que no meio do caminho você descubra que gosta da estabilidade de um emprego “normal”, pois empreender é difícil, e muitas vezes bem cruel. Ah, e saiba que qualquer experiência na sua vida é válida, uma hora ou outra você vai perceber que alguma experiência vai te ajudar a resolver algo na sua vida! Pode contar.’

E para quem atua na agência:

‘Ser fiel a quem você é conta muito, pois as agências estão cheias de pessoas que se vestem todas iguais, falam iguais, frequentam os mesmos lugares e quase forçam você a ser assim: caia fora disso! Use aquela blusa véia cheia de história, deixe o cabelo do jeito que você quiser, escute a banda que você curte ouvir, nem que sela seja Calypso. E saiba que nenhum status de agência vale as horas que você passa (a mais) no trabalho, nunca vale! ok?’

OK, Vicente!

Me inspira muito profissionais que cedem seu tempo para compartilhar um pouco da sua experiência, que nos mostram que existem sim razões para acreditar que tudo por ser melhor e juntos somos mais fortes.

 

POR: Fernanda Jacob | Idealizadora e Colunista do SA